17 milhões em fraudes com merenda escolar em 16 cidades de SP

Do G1 Ribeirão e Franca Pelo menos seis pessoas foram presas na manhã desta terça-feira (19) em Bebedouro (SP), suspeitas de envolvimento em um esquema de fraude na compra de alimentos de merenda escolar por prefeituras de 16 cidades no interior e no litoral de São Paulo. Segundo a Delegacia Seccional de Bebedouro, um…

O LADO ESCURO DA LUA

Do G1 Ribeiro e Franca Pelo menos seis pessoas foram presas na manh desta tera-feira (19) em Bebedouro (SP), suspeitas de envolvimento em um esquema de fraude na compra de alimentos de merenda escolar por prefeituras de 16 cidades no interior e no litoral de So Paulo. Segundo a Delegacia Seccional de Bebedouro, um?

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Coletânea de textos: O Judiciário brasileiro, que serve só à elite, é caro e ineficiente

Ex-marido de Dilma bate duro na Globo: “Época deve investigar seus patrões”.

Carlos Araújo: “Isso é coisa de jornalismo bandido, que não tem fatos, não tem provas, e tenta forjar uma impressão negativa sobre as pessoas que querem atingir.”

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Paulo Moreira Leite em seu blog em 16/1/2016

Horas depois que a revista Época chegou às bancas, no sábado, dia 16/1, com uma capa tão escandalosa como vazia contra o advogado Carlos Araújo, que foi casado com Dilma Rousseff e é pai da filha de ambos, Paula, ele deu uma pequena entrevista ao 247.

Araújo bateu duro, realizando um contra-ataque contra os donos da Globo, proprietária da Época: “A revista deveria preocupar-se em esclarecer por que seus patrões resolveram viver homiziados em Miami, cidade que é um dos endereços preferidos pela máfia internacional.”

O advogado diz:

“Fui surpreendido com tanta maldade. Isso é coisa de jornalismo bandido, que não tem fatos, não tem provas, e tenta forjar uma impressão negativa sobre as pessoas que querem atingir. Sou uma pessoa honrada e minha prática sempre foi coerente com minha ideologia.”

Advogado por formação profissional, calejado pelos rigores da luta contra…

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Conheça as novas regras das eleições municipais de 2016

Arlito Lucas, via JusBrasil em 7/1/2016A Lei nº 13.165/2015, conhecida como Reforma Eleitoral 2015, promoveu importantes alterações nas regras das eleições deste ano ao introduzir mudanças nas Leis nº9.504/1997 (Lei das Eleições), nº 9.096/1995 (Lei dos Partidos Políticos) e nº4.737/1965 (Código Eleitoral). Além de mudanças nos prazos para as convenções partidárias, filiação partidária e no tempo de campanha eleitoral, que foi reduzido, está proibido o financiamento eleitoral por pessoas jurídicas. Na prática, isso significa que as campanhas eleitorais deste ano serão financiadas exclusivamente por doações de pessoas físicas e pelos recursos do Fundo Partidário. Antes da aprovação da reforma, o Supremo Tribunal Federal (STF) já havia decidido pela inconstitucionalidade das doações de empresas a partidos e candidatos.Outra mudança promovida pela Lei nº 13.165/2015 corresponde à alteração no prazo de filiação partidária. Quem quiser disputar as eleições em 2016 precisa filiar-se a um partido político até o dia 2 de abril, ou seja, seis meses antes da data do primeiro turno das eleições, que será realizado no dia 2 de outubro. Pela regra anterior, para disputar uma eleição, o cidadão precisava estar filiado a um partido político um ano antes do pleito.Nas eleições deste ano, os políticos poderão se apresentar como pré-candidatos sem que isso configure propaganda eleitoral antecipada, mas desde que não haja pedido explícito de voto. A nova regra está prevista na Reforma Eleitoral 2015, que também permite que os pré-candidatos divulguem posições pessoais sobre questões políticas e possam ter suas qualidades exaltadas, inclusive em redes sociais ou em eventos com cobertura da imprensa.A data de realização das convenções para a escolha dos candidatos pelos partidos e para deliberação sobre coligações também mudou. Agora, as convenções devem acontecer de 20 de julho a 5 de agosto de 2016. O prazo antigo determinava que as convenções partidárias deveriam ocorrer de 10 a 30 de junho do ano da eleição.Outra alteração diz respeito ao prazo para registro de candidatos pelos partidos políticos e coligações nos cartórios, o que deve ocorrer até às 19 horas do dia 15 de agosto de 2016. A regra anterior estipulava que esse prazo terminava às 19 horas do dia 5 de julho.A reforma também reduziu o tempo da campanha eleitoral de 90 para 45 dias, começando em 16 de agosto. O período de propaganda dos candidatos no rádio e na tevê também foi diminuído de 45 para 35 dias, com início em 26 de agosto, no primeiro turno. Assim, a campanha terá dois blocos no rádio e dois na televisão com 10 minutos cada. Além dos blocos, os partidos terão direito a 70 minutos diários em inserções, que serão distribuídos entre os candidatos a prefeito (60%) e vereadores (40%). Em 2016, essas inserções somente poderão ser de 30 ou 60 segundos cada uma.Do total do tempo de propaganda, 90% serão distribuídos proporcionalmente ao número de representantes que os partidos tenham na Câmara Federal. Os 10% restantes serão distribuídos igualitariamente. No caso de haver aliança entre legendas nas eleições majoritárias será considerada a soma dos deputados federais filiados aos seis maiores partidos da coligação. Em se tratando de coligações para as eleições proporcionais, o tempo de propaganda será o resultado da soma do número de representantes de todos os partidos.Por fim, a nova redação do caput do artigo 46 da Lei nº 9.504/1997, introduzida pela reforma eleitoral deste ano, passou a assegurar a participação em debates de candidatos dos partidos com representação superior a nove deputados federais e facultada a dos demais.Confira aqui a íntegra da Lei nº 13.165/2015.

Fonte: Conheça as novas regras das eleições municipais de 2016

Documentário quer explicar aos jovens as origens do golpe de 1964

Parabéns Brasil, parabéns produtores do filme!

Quanto mais mostrarmos a memória do brasil, mais teremos a conscientização da população de que está sendo manipulada por grupos internacionais, tendo os EUA como maior intetressado em surrupiar nossos patrimônios nacionais, naturais como o petróleo. Além de golpes e mais golpes para roubar nosso petróleo ( ha mais de 60 anos), o FMI/FED, usam a dívida externa como a segunda ferramenta de manipulação das política monetária brasileira, que sufoca qualquer iniciativa de projeto de interesse popular no Brasil e na América Latina.

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Golpe_64_03 Cena de 1964: Um Golpe Contra o Brasil, que tem primeira exibição pública no sábado, dia 2, em São Paulo. Foto: Divulgação.

Produzido pelo Núcleo de Preservação da Memória Política e pela TVT, filme expõe participação de industriais, latifundiários e dos EUA no movimento que levou à ditadura.

Tadeu Breda, via Rede Brasil Atual

O permanente processo de reconstrução da história brasileira contemporânea ganhará mais um tijolo no sábado, dia 2, quando estreia o documentário 1964: Um golpe contra o Brasil. Dirigido pelo jornalista, escritor e artista plástico Alípio Freire, o filme pretende lançar olhares militantes – alguns novos, outros nem tanto – sobre o contexto político, econômico, social e internacional que levou à conspiração cívico-militar contra o presidente João Goulart e aos 21 anos de ditadura que vieram depois.

Em aproximadamente 120 minutos, com testemunhos e muita pesquisa, Alípio Freire tentará dar conta de cinco anos da…

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Temer repassou verba de doação para conta de deputado que defende impeachment de Dilma

faltou a oposição “combinar com os russos” para conseguir votos suficientes entre os parlamentares para aprovar o pedido de impeachment.

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Michel_Temer22_PMDB_Simbolo

Via Estadão online em 5/1/2016

Além de Elcione Barbalho (PA), outros quatro deputados do PMDB eleitos ou reeleitos em 2014 receberam dinheiro do Grupo Libra por meio de transferências da conta de campanha do vice-presidente Michel Temer. Entre eles, está um dos principais defensores do impeachment da presidente Dilma Rousseff na legenda: o deputado gaúcho Darcísio Perondi. Já outros dois parlamentares são abertamente contra o impeachment. São os paranaenses Hermes Parcianello e João Arruda. Por fim, há Édio Lopes (PMDB/RR) e a própria Elcione, que ainda não se posicionaram abertamente contra ou a favor do impedimento da presidente.

Perondi foi um dos principais articuladores da deposição do líder da bancada peemedebista na Câmara no começo do mês passado, Leonardo Picciani (PDMB/RJ), que apoia a permanência de Dilma na Presidência. O gaúcho já se pronunciou diversas vezes como favorável à saída da presidente, afirmando que a petista cometeu “crime” e que…

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