A linha do Equador

A linha do Equador

Intelectuais latinos americanos nos governos.

A América Latina precisa de mais intelectuais que assumem responsabilidades de direção política de governos.

Quando os movimentos populares equatorianos se cansaram de eleger candidatos dos partidos tradicionais (neoliberais do mais do mesmo), e decidiram disputar a direção política da sociedade, escolheram Rafael Correa para representa-los.

O livro de Rafael Correa que a Boitempo acaba de publicar, com textos de analise do Equador, que ele foi escrevendo ao longo da sua trajetória, especialmente no período de resistência ao neoliberalismo, demonstra suas qualidades como economista e como analista político. Que faz com que ele represente, junto com Álvaro García Linera, um novo fenômeno na América Latina: intelectuais que assumem responsabilidades de direção política de governos.

Blog da Boitempo

Emir Sader A linha do Equador[Rafael Vicente Correa Delgado, Economista, Presidente do Equador e autor do livro Equador: da noite neoliberal à revolução cidadã (Boitempo, 2015)]

Por Emir Sader.

O Equador só existia para nós numa pergunta reiterada nas provas de geografia na escola: “Quais os únicos dois países da América do Sul que não tem fronteira com o Brasil?” Estavam tão distantes, eram tão insignificantes que nem fronteira tinham conosco – um país continente. Do Chile até que nos chegava uma ou outra notícia, pelo menos o Colo-Colo, o time de futebol, não o cacique mapuche que deu o nome à equipe.

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