O PL 5069/2013 e suas distorções

NÓS MULHERES SOMOS A MAIORIA DO ELEITORADO NO BRASIL!!!

NÓS PODEMOS MUDAR TUDO!!!

UNIÃO MULHERES, COMPANHEIRAS, VAMOS JUNTAS CONSTRUIR O PAÍS QUE QUEREMOS!

A EVOLUÇÃO NÃO ESPERA: PELA DEMOCRACIA! PELO FUTURO DE NOSSOS FILHOS!

O TEMPO URGE! TEMOS UMA REVOLUÇÃO A FAZER! VAMOS NOS EMPODERAR DA NOSSA PRÓPRIA HISTÓRIA!

VAMOS DAR UM FIM NAS VELHAS MÍDIAS!!! Cabe a própria dinâmica da história mostrar: a mídia vai perder. Ela pode mobilizar ainda milhões de analfabetos políticos, coxinhas, fascistas, sociopatas de toda espécie: isso não significa nada para a história, porque esses processos de manipulação de masssa são, infelizmente, comuns; mas todos são desmascarados depois de um tempo.

A verdade é que prevalece, sempre.

Nós, mulheres, vamos juntar as nossas vozes.Vamos todos os espaços possíveis, cedido, tomado ou conquistado, para mostrarmos a força que temos juntas, comunitariamente, por uma pauta única e inflexível: meu corpo, meu templo, minha escolha, que nenhuma lei não pode me aniquilar.

#PelaMoralizaçãoDoJudiciário #PrimaveraDasMulheres #MulheresContraCunha #NãoAoPL5069 #CunhaNaCadeia #ForaCunha #Pl5069 #AgoraÉQueSãoElas

Blog da Boitempo

blog da boitempo agora[Mulheres em manifestação contra Eduardo Cunha e a PL 5069 em São Paulo. 30/10/2015.
Foto: Keiny Andrade/Folhapress]

Por Ludmila Frateschi.

Neste momento de aguda contradição entre sociedade civil e Estado, em que voltamos a sentir o sabor das medidas provisórias e dos projetos de lei “feitos e votados às pressas” convidei a psicanalista Ludmila Frateschi para assumir, nesta semana, minha coluna na Boitempo. Endossamos, desta maneira o movimento #agoraéquesãoelas. Resposta coletiva por meio da qual colunistas cedem sua palavra e seu espaço para mulheres se colocarem de viva voz acerca do projeto de lei obsceno, engendrado por Eduardo Cunha, que pretende dificultar os meios e as condições para a interrupção da gravidez, mesmo nos casos especiais sancionados pela lei, como má formação e violência sexual. Ou seja, apenas alguém que jamais escutou o sofrimento de uma mãe que se vê obrigada a conviver com um filho que é, ao mesmo tempo, amado como filho…

Ver o post original 1.070 mais palavras

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s