Moro e PF “prendem o preso” mas não acham o dinheiro? Como assim?

A falta de dinheiro na conta de Dirceu e dos demais presos com ele está longe de “provar a honestidade” (esta estranha figura agora em vigor na Justiça brasileira) dos acusados.

Prova, apenas, a incompetência com que se conduziu este caso, onde o apetite político deixou de lado o dever técnico de, em primeiro lugar, detectar e apreender qualquer quantia desviada de dinheiro público.

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Luíz Müller Blog

POR Fernando Brito no Tijolaço

elefante

Informa a Folha que o bloqueio de bens de José Dirceu reteve apenas R$ 104 mil, quase tudo de uma conta em que ele recebeu doações para que se pagasse a multa a ele imposta do caso do chamado mensalão.

De seu irmão e ex-assessores, bloquearam-se valores irrisórios.

A empresa de consultoria do ex-ministro, segundo a Folha, “chegou a faturar R$ 39,1 milhões, mas está desativada e não tinha nada no banco, ainda de acordo com relatório do Banco Central enviado nesta quarta (19) à Justiça federal do Paraná”.

O que isso prova?

Nada, a não ser que a ação policial-judicial é tosca e inepta.

Ou não se rastreou devidamente a movimentação de recursos milionários que se lhe imputa, ou inexiste a maior parte dos milhões em propina que ele recebia, segundo alegam seus acusadores, inclusive – como diz o Sérgio Moro, para justificar a “prisão do preso”…

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