Inscrições “Seminário Internacional Regulação da Mídia e Direito à Comunicação”.

O objetivo é promover o diálogo acerca da regulação dos meios de comunicação e sua interface com a liberdade de expressão e os direitos humanos.

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APRESENTAÇÃO | Direito à Comunicação

Promover o diálogo acerca da regulação dos meios de comunicação e sua interface com a liberdade de expressão e os direitos humanos. Esse é o objetivo do “Seminário Internacional Regulação da Mídia e Direito à Comunicação”, que a Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC) promove nos dias 23 e 24 de setembro de 2015, em São Paulo/SP.

O seminário reunirá membros do Ministério Público Federal, organizações da sociedade civil e especialistas nacionais e internacionais para debater questões como “Regulação da mídia: censura ou liberdade de expressão”, “Desafios e perspectivas na regulação da mídia no Brasil”, “O papel das instituições de direitos humanos na regulação dos meios de comunicação” e “Experiências latino-americanas para a democratização da comunicação.

Entre os convidados está o fundador do Observatório da Imprensa, Alberto Dines, e o diretor-executivo do Centre for Law and Democracy, Toby Mendel – que fará a conferência…

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Inscrições “Seminário Internacional Regulação da Mídia e Direito à Comunicação”.

APRESENTAÇÃO | Direito à Comunicação

Promover o diálogo acerca da regulação dos meios de comunicação e sua interface com a liberdade de expressão e os direitos humanos. Esse é o objetivo do “Seminário Internacional Regulação da Mídia e Direito à Comunicação”, que a Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC) promove nos dias 23 e 24 de setembro de 2015, em São Paulo/SP.

O seminário reunirá membros do Ministério Público Federal, organizações da sociedade civil e especialistas nacionais e internacionais para debater questões como “Regulação da mídia: censura ou liberdade de expressão”, “Desafios e perspectivas na regulação da mídia no Brasil”, “O papel das instituições de direitos humanos na regulação dos meios de comunicação” e “Experiências latino-americanas para a democratização da comunicação.

Entre os convidados está o fundador do Observatório da Imprensa, Alberto Dines, e o diretor-executivo do Centre for Law and Democracy, Toby Mendel – que fará a conferência de abertura do evento.

A atividade é promovida pela PFDC por meio de seu Grupo de Trabalho Comunicação Social e conta com a parceria da Federación Iberoamericana de Ombudsman (FIO) e do Fórum Interinstitucional pelo Direito à Comunicação (Findac) – composto pelo Coletivo Intervozes, a Artigo 19 e o Barão de Itararé. Apoiam a iniciativa a Escola Superior do Ministério Público da União (ESMPU) e a Associação Nacional de Procuradores da República (ANPR).

Lula reage contra a Globo e seu assassinato de reputações.

DEMORÔ!

Lula reage contra a Globo e seu assassinato de reputações.

A reação precisa ser em cadeia. São muitos os mortos e os feridos pela nefasta Tv Golpista!

Quem será o primeiro a se levantar e levar o Brasil inteiro junto? Bora lá, Lula?!!!

Com a Tv grobo, nunca teremos a democracia que o brasil quer! Isto tá muito claro!

Luíz Müller Blog

POR FERNANDO BRITO no TIJOLAÇO

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Reproduzo a nota que o Instituto Lula divulgou publicamente, depois de ter sido ignorada no Jornal Nacional, que repercutiu uma matéria absolutamente imbecil da Revista Época que “prova” o jamais negado: que Lula, já como ex-presidente, promoveu os interesses do Brasil e das empresas brasileiras em outros países, entre eles Cuba.

Antes dos comentários que farei ao final, chamo a atenção para o  fato de que, finalmente, Lula parece ter entendido que não é possível fazer política no Brasil quando se está submetido ao “Tribunal da Globo”.

Não há “paz e amor”E  possível com este cogumelo.

O único remédio possível contra ele é advertir, todo o tempo, como é venenoso e o mal que faz ingeri-lo.

A nota, e depois volto ao tema:

A resposta do Instituto Lula não lida no Jornal Nacional

Jornalistas da revista ​Época e do Jornal O Globo já foram acionados…

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‘A Globo nasceu de uma ilegalidade’ Livro ‘O Quarto Poder’ conta detalhes do surgimento da Rede Globo e de como o governo do ditador Artur da Costa e Silva (1967-1969) salvou a emissora.

O jornalista Paulo Henrique Amorim está lançando o livro O Quarto Poder – uma outra história. Nele, o apresentador e blogueiro mescla sua trajetória profissional com a história de poder da imprensa brasileira em momentos históricos.

“No Brasil, em muitas circunstâncias, a imprensa é o primeiro poder. A força dela aqui é superior à força que a gente encontra em outras democracias no mundo”, afirmou Amorim que chama a reunião dos grandes grupos midiáticos brasileiros de Partido da Imprensa Golpista (PIG).

O nome do criador da Rede Globo Roberto Marinho é bastante presente no livro. Amorim conta que, diferentemente das publicações antigas sobre Marinho “de bajulação rasteira e vulgar” seu livro mostra bastidores e trata o empresário “com as armas que ele deveria ser tratado”.

Em uma das passagens, Amorim conta qual foi a ordem de Marinho para a equipe de redação da emissora no episódio do debate entre os então presidenciáveis Collor e Lula, no segundo turno em 1989: “o que for de melhor do Collor com o que for de pior do Lula”.

O livro também conta detalhes do surgimento da Rede Globo e de como o governo do ditador Artur da Costa e Silva (1967-1969) salvou a emissora, fazendo as estatais comprarem maciças cotas de publicidade. “A Rede Globo nasceu de uma ilegalidade, financiada por um grupo americano, o Time-Life, o que era proibido pela Constituição. O Roberto Marinho deu uma garantia das posses pessoais dele, sabendo que a Globo receberia uma publicidade a preço de tabela. A Globo vendeu esses espaços para as estatais e pôde comprar a parte do Time-Life e saiu no lucro”, denuncia.

O lançamento do livro é na próxima quinta-feira (3), às 19:30, na Livraria Saraiva do Shopping Higienópolis, em São Paulo (SP).
confira: http://cartamaior.com.br/?/Editoria/Midia/-A-Globo-nasceu-de-uma-ilegalidade-/12/34363