“Cristofobia” às avessas e traição a Jesus

Outro dia sentei à frente da TV Câmara. Não aguentei os discursos de deputados ditos evangélicos sobre a tal “cristofobia”.

Aliás, a Câmara dos Deputados virou um festival de confusão. Impressionante. Outro dia vi quem presidia a seção passar a palavra para o coronel fulano de tal, depois para o cabo tal. Tive a impressão de que a seção era transmitida de um quartel. Depois foi a fila de deputados pastores tais, que tive a impressão de assistir a transmissão de dentro uma igreja e me preparei para seções de curandeirismos e de “dizimações” – pedidos de dízimos e salvas de palmas ao Senhor Jesus – dos telespectadores.

Subiram à tribuna deputados do PSC, do PMDB, do DEM e de outros seguimentos de direita.

O núcleo dos discursos era a tal de “cristofobia”, termo que ouvi pela primeira vez da boca do “grande” “teólogo” e “intelectual”, deputado Marco Feliciano.

Os oradores que se revezaram nas tribunas mostraram tanto ódio que tive a impressão de uma volta à Idade Média. Pregaram a caçada homofóbica real e sanguinária aos homossexuais.

Buscavam “argumentar” com suas bocas espumantes a criação de uma lei para a caça às novas bruxas, alegando a necessidade de uma lei contra a cristofobia, para dar ferramenta ao judiciário e à polícia para prender e punir os gays.

O pretexto para a senha de ódio era o uso dos símbolos religiosos da passeata gay na Av. Paulista neste mês de junho.

CartaS e ReflexõeS ProféticaS

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