Que pena. De morte.

NÃO MATEM UM DE NÓS!

Silenciamos indgnados, em luto por um de nossos irmãos degenerados.

Nada de humanitarismo ou solidariedade humana genuína: Era um brasileiro e isso nos incomoda.

transversos

forca A execução de um criminoso brasileiro na Indonésia ocupou boa parte do noticiário da imprensa nesta semana. Clemência, perdão. Somos uma pátria que dá a outra face, não matem um de nós. Consternarda e indignada, uma nação silenciou em luto por um de seus (degenerados) filhos. Nada de humanitarismo ou solidariedade humana genuína: apenas empatia. Era um brasileiro e isso nos incomoda.

Não fomos tão solidários com relação aos dois mil mortos nigerianos – perdoem-me a demagogia na comparação -, pois a empatia não é o forte dos rincões da África. Em especial em um país extremamente racista (ainda que negue) como é o Brasil.

Reclama-se da pena de morte indonésia, quando, em nossas terras, ela é praticada sem acompanhamento judicial, por representantes fardados do estado nas periferias e favelas. Via de regra, as vítimas são negras, pobres e não qualificadas para o sentimento da empatia.

O problema é que…

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