ENERGIA EÓLICA: BRASIL VIVE REVOLUÇÃO SILENCIOSA

Uma revolução digna,, avante na energia limpa Brasil!

Luíz Müller Blog

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“Informação é a melhor arma para enfrentar o preconceito”, diz Tereza Campello

“Informação é a melhor arma para enfrentar o preconceito”, diz Tereza Campello.

O OLIGOPÓLIO DA MÍDIA NO BRASIL FAVORECE TOTALMENTE O INTERESSE DA CLASSE ALTA, QUE É:  PENALIZAR A MAIORIA  POBRE, ELEITORES DO GOVERNO, E DENEGRIR TODOS OS PROGRAMAS SOCIAIS QUE BENEFICIAM A MAIORIA DO POVO.

A Informação é manipulada, engessada e mascarada favorecendo o racismo, fascismo, preconceito e discriminação de classe.

“Informação é a melhor arma para enfrentar o preconceito”, diz Tereza Campello

O OLIGOPÓLIO DA MÍDIA NO BRASIL FAVORECE TOTALMENTE O INTERESSE DA CLASSE ALTA, QUE É: PENALIZAR A MAIORIA POBRE, ELEITORES DO GOVERNO, E DENEGRIR TODOS OS PROGRAMAS SOCIAIS QUE BENEFICIAM A MAIORIA DO POVO.

A Informação é manipulada, engessada e mascarada favorecendo o racismo, fascismo, preconceito e discriminação de classe.

“Informação é a melhor arma para enfrentar o preconceito”

"O Brasil Sem Miséria acabou implementando um padrão de inovação nas políticas sociais brasileiras que coloca um ponto de não retorno". Por Roberta Fofonka/Sul21

Marco Weissheimer

Após a disputa eleitoral de 2014, houve um grande crescimento do volume de manifestações preconceituosas contra vários setores da sociedade, em especial negros, pobres e nordestinos. O fenômeno não é novo, mas reapareceu com força no final do ano passado. “O que piorou muito não está relacionado à media da opinião da população. O problema está entre aqueles setores mais reacionários que nutrem uma coisa racista contra os mais pobres. Essas pessoas passaram a ter coragem de expressar seus preconceitos mais abertamente. Saíram do armário”, diz a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello.

Em entrevista ao Sul21, Tereza Campello analisa as causas desse tipo de preconceito e defende que a informação é a melhor arma para combatê-lo. “Recentemente tivemos o caso de uma jornalista que disse que os pobres só pensam em procriar. É um negócio inacreditável. Os dados sobre taxa de fecundidade…

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Dilma participa da cerimônia de posse de Evo Morales nesta quinta-feira em La Paz

A relação diplomática entre Brasil e Bolívia hoje é muito boa e de longa data.

Desde o apoio ao país irmão vizinho, na consolidação da democracia, aos negócios de gás, o combate ao narcotráfico, tudo vai muito bem.

Luíz Müller Blog

Do Blog do Planalto

A presidenta Dilma Rousseff participa nesta quinta-feira (22) em La Paz, na Bolívia, da cerimônia de posse do presidente reeleito Evo Morales. Para o assessor especial da Presidência da República para assuntos internacionais, Marco Aurélio Garcia, a relação diplomática entre os dois países é importante para o Brasil, que participou ativamente do processo de redemocratização do país andino.

De acordo com Marco Aurélio Garcia, com os dois presidentes reeleitos há uma disposição ainda maior para novas frentes de cooperação. Foto: RafaB - Gabinete Digital/PR

“A relação diplomática entre Brasil e Bolívia hoje é muito boa e de longa data. Nós tivemos uma presença muito forte em momentos de crise na Bolívia, fomos um fator de moderação e de resolução pacífica de conflitos que, em determinados momentos, poderiam ter gerado uma guerra civil no país. Ajudamos nesse processo de fortalecimento democrático do país. Esse ciclo de democracia política se combina também com uma transformação econômica e social muito importante do país”, afirmou.

Marco Aurélio destacou que a Bolívia é um dos poucos…

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Que pena. De morte.

NÃO MATEM UM DE NÓS!

Silenciamos indgnados, em luto por um de nossos irmãos degenerados.

Nada de humanitarismo ou solidariedade humana genuína: Era um brasileiro e isso nos incomoda.

transversos

forca A execução de um criminoso brasileiro na Indonésia ocupou boa parte do noticiário da imprensa nesta semana. Clemência, perdão. Somos uma pátria que dá a outra face, não matem um de nós. Consternarda e indignada, uma nação silenciou em luto por um de seus (degenerados) filhos. Nada de humanitarismo ou solidariedade humana genuína: apenas empatia. Era um brasileiro e isso nos incomoda.

Não fomos tão solidários com relação aos dois mil mortos nigerianos – perdoem-me a demagogia na comparação -, pois a empatia não é o forte dos rincões da África. Em especial em um país extremamente racista (ainda que negue) como é o Brasil.

Reclama-se da pena de morte indonésia, quando, em nossas terras, ela é praticada sem acompanhamento judicial, por representantes fardados do estado nas periferias e favelas. Via de regra, as vítimas são negras, pobres e não qualificadas para o sentimento da empatia.

O problema é que…

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Coisa de pobre

Coisa de pobre.

 

PAPO RETO: COISA DE POBRE

” A gente limpa, veste e alimenta a cara do brazil fachada, cenário de novela, do qual a madame se sente dona, proprietária legítima. Somos os pilares que sustentam isso tudo, somos o mal necessário que agora não tá entrando só pela porta de trás, conviva com isso e durma de olho aberto, porque a revolução é sorrateira e não vai passar na rede bobo.”

” não tive que pedir licença pro senhorzinho pra entrar, você vai abrir a revista e ver meu nome lá, não no noticiário policial, mas na página de ciência e tecnologia, arte, do lado dos meus irmãos que estão invadindo, como baratas, que a senhora tem tanto nojo, a sua praia.”

Coisa de pobre

PAPO RETO: COISA DE POBRE

” A gente limpa, veste e alimenta a cara do brazil fachada, cenário de novela, do qual a madame se sente dona, proprietária legítima. Somos os pilares que sustentam isso tudo, somos o mal necessário que agora não tá entrando só pela porta de trás, conviva com isso e durma de olho aberto, porque a revolução é sorrateira e não vai passar na rede bobo.”

” não tive que pedir licença pro senhorzinho pra entrar, você vai abrir a revista e ver meu nome lá, não no noticiário policial, mas na página de ciência e tecnologia, arte, do lado dos meus irmãos que estão invadindo, como baratas, que a senhora tem tanto nojo, a sua praia.”

transversos

Sou pobre, moro no beco, pego busão cheio, suo, faço churrasco ouvindo samba, minha mãe é hipertensa e diabética, meu pai é pedreiro e rala pesado pra ela fazer seus exames no laboratório pago porque no posto demora meses. E exijo que sejamos tratados da melhor maneira possível, seja de camiseta colada ou laçarote na cabeça, e sabe o porquê? Porque meu pai assenta seu porcelanato, minha tia limpa sua casa pra ficar brilhando e cheirando bem, minha prima cozinha sua comida, lava suas roupas, e eu, madame, estudo na universidade pública com seu filho, e não tive que pedir licença pro senhorzinho pra entrar, você vai abrir a revista e ver meu nome lá, não no noticiário policial, mas na página de ciência e tecnologia, arte, do lado dos meus irmãos que estão invadindo, como baratas, que a senhora tem tanto nojo, a sua praia. A gente limpa, veste e…

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